Toda prática saudável é sustentável!

Eles são muito mais úteis pros outros que pra você!
Hoje, libertaremos"O Xangô de Baker Street", de Jô Soares.
Mais informações, no decorrer do dia, em
BookCrossing Blogueiro 

Onde descartas suas pilhas usadas


Uma faxina nas pilhas usadas

Por mais que sejamos conscientes e tentemos sempre fazer o melhor pra garantir a saúde do planeta, alguns “deslizes” são inevitáveis como, por exemplo, o uso das pilhas convencionais.
Acabamos acumulando muitas delas na esperança de que, mesmo não funcionando mais no controle remoto, a pilha sirva para o despertador, por exemplo. Sendo assim,muita gente acaba com uma gaveta cheia de pilhas usadas. Mas como saber quando a vida útil de uma pilha realmente chegou ao fim?
Essa fita de medida digital promete acabar com esse problema. É só pressionar uma ponta no lado positivo da pilha e a outra no lado negativo que a fita indica precisamente quanto de energia ainda resta.

Vale lembrar que é extremamente importante descartar as pilhas em pontos de coleta específicos para esse tipo de material, que podem ser encontrados facilmente neste mapa.
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Hoje é dia mundial da Camada de Ozônio! 16set

ONU destaca importância do Protocolo de Montreal


... por 300 cientistas em menção ao Dia Internacional da Camada de Ozônio.... parceria com Organização Meteorológica Mundial (OMM), o buraco de ozônio que ...
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Ministério do Meio Ambiente declara situação de emergência ambiental na Bahia

Redação CORREIO



Brigadistas poderão ser contratados para o combate ao fogo sem a necessidade de licitação


A Bahia é o terceiro estado brasileiro com maior número de focos de queimadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Foram detectados 239 focos, a maioria na região oeste do estado, onde não chove há meses. Para acelerar o combate aos incêndios, o Ministério do Meio Ambiente declarou a Bahia e outros treze estados em situação de emergência ambiental.
Os estados relacionados são: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins. A lista foi publicada nesta segunda-feira (6), no Diário Oficial da União.  Brigadistas poderão ser contratados para o combate ao fogo sem a necessidade de licitação.

Nossas Realizações em 2010. E, vem muito mais por aí!

Os trabalhos Realizados e em Andamento da Meta Ambiental, em 2010

Melhoramentos. Estudo da viabilidade de implantação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural nas áreas da empresa em Camanducaia, distrito de Monte Verde, Minas Gerais. Em andamento.
 
Consórcio Enerconsult-PRI e CDHU. Estudos de Caracterização Ambiental nos bairros cotas 95, 100 e 200, inseridos no Programa Serra do Mar, no município de Cubatão. Em andamento.

Natura Cosméticos. Laudo de Caracterização Ambiental da área verde da fábrica situada no município de Itapecerica da Serra. São Paulo Capital. Trabalho em andamento.

Ambiente Arquitetura. Laudos de Caracterização Ambiental visando o licenciamento de empreendimentos de interesse social para a construção de conjuntos habitacionais inseridos no Programa Federal Minha Casa Minha Vida. Estudos nos município de Suzano e São Paulo. Trabalhos em andamento.

Loteamento Iporanga. Laudos de Caracterização Ambiental e Licenciamento Completo para particulares visando a construção de residências unifamiliares no Loteamento em questão, situado no município do Guarujá. Trabalhos em andamento.

Projeto de Recuperação Ambiental e Monitoramento de Plantio de Mudas. Plantio de mudas nativas e monitoramento por dois anos da recuperação em área particular no Loteamento Iporanga, município do Guarujá, São Paulo. Em andamento.

Turismo Educacional na Reserva Canhambora. Receptivo de escolas particulares para trabalhos educacionais na Reserva Canhambora em parceria com a Agência de Turismo Educacional Quíron. Em andamento.

Execução de Termo de Ajustamento de Conduta. Plantio de mudas compensatório no município de São Paulo devido à exigências do DEPAVE. Em andamento.

CENPEC. Assessoria tecnológica para o Programa Jovens Urbanos, visando o uso de tecnologias limpas e plantio de mudas em áreas de mananciais, Cidade de São Paulo, 2010. Em andamento.

Controlar. Concessionária responsável pela inspeção veicular da Cidade de São Paulo. Assessoria para estudos de viabilidade de terrenos na cidade de São Paulo para implantação de CIVAs – Centros de Inspeção Veicular e seu licenciamento no município. Assessoria em andamento.

Tempo de decomposição dos resíduos

Sempre é bom lembrar o que estamos deixando de herança:


Papel: 3 a 6 meses
Jornal: 6 meses
Palito de madeira: 6 meses

Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Sacolas biodegradáveis: em média 18 meses
Toco de cigarro: 20 meses

Chicletes: 5 anos
Isopor: 8 anos
Lata de aço: 10 anos
Nylon: mais de 30 anos

Lata e copos de plástico: 50 anos
Plástico: 100 anos
Tampas de garrafa: 150 anos
Garrafa plástica: 400 anos
Fralda descartável comum: 450 anos
Pneus: 600 anos
Vidro: 4.000 anos

Fonte: Sammya Araújo

Funbio abre chamada de projetos para criação e ampliação de UCs na Mata Atlântica

por  Graciela

Até o dia 27 de agosto, organizações sem fins lucrativos poderão encaminhar ao Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) propostas de projetos que visem à criação ou ampliação de unidades de conservação estaduais ou municipais, na área de abrangência da Mata Atlântica (definida pela Lei nº 11.428/2006 e Decreto no 6.660/2008). Poderão ser financiados estudos técnicos, bem como consultas públicas para estas UCs. A chamada faz parte do projeto “Proteção da Mata Atlântica II”, financiado pelo Governo da Alemanha e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente. No total, serão disponibilizados R$ 1.450.000.
  • Editais

Livro virtual do ambientalista

Leiam meu livro pela internet, enquanto não sai a versão impressa!


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João Carlos Figueiredo सिद्धार्थ गौतम 
Ambientalista, Canoista, Espeleólogo, Mergulhador, Montanhista
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Vulnerabilidade das megacidades às mudanças climáticas

Olás Amig@s!
Tudo bem?
Para quem está de olho no tema das mudanças climáticas e a vulnerabilidade dos centros urbanos frente ao tema, vale dar uma olhada nesta publicação!
Foi distribuída durante o evento promovido pelo INPE há 10 dias atrás!

http://www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/megacidades.pdf

Boa leitura!
abraço,
Cesinha

FLORESTAS TROPICAIS SÃO MAIORES “MÁQUINAS “ DE ABSORVER CO2

TROPICAL FORESTS ARE MORE "MACHINES" to absorb CO2
Forests like the Amazon, the machines are more efficient photosynthesis on the planet. For the first time, scientists estimated the global uptake of CO2 by terrestrial vegetation: there are 123 billion tons of gas per year. And they absorb a third of all carbon dioxide that is removed from the atmosphere by plants each year.

FLORESTAS TROPICAIS SÃO MAIORES “MÁQUINAS “ DE ABSORVER CO2
As florestas como a Amazônia, são as máquinas de fotossíntese mais eficientes do planeta. Pela primeira vez, cientistas calcularam a absorção global de CO2 pela vegetação terrestre: são 123 bilhões de toneladas do gás por ano. E elas absorvem um terço de todo o gás carbônico que é retirado da atmosfera pelas plantas a cada ano.

Meta Ambiental Consultoria e Projetos Ambientais

A Meta Ambiental – Consultoria e Projetos Ambientais foi criada para assessorar empresas, instituições governamentais, organizações do terceiro setor e pessoas que necessitem de auxílio técnico na realização de atividades e empreendimentos na área sócio-ambiental.

A Meta Ambiental disponibiliza aos seus clientes toda a orientação necessária para a viabilização destes projetos. Possui um quadro profissional altamente capacitado com consultores que incluem Biólogos, Educadores Ambientais, Técnicos, Engenheiros Florestais e Civís, Advogados, Arquitetos, Geógrafos, Geólogos, Topógrafos, Profissionais de Geoprocessamento de Dados, dentre outros que forem necessários.
Saiba mais em: www.metaambiental.com.br

referente a: Meta Ambiental Consultoria e Projetos Ambientais (ver no Google Sidewiki)

Reacionário e predatório

Olás!
Acho que valha uma lida! De fato estamos diante de entrar acelerado na contramão total dos processos de sobrevivência planetária!
Nossos legisladores estão precisando de mais vozes ecoando em seus ouvidos. Eles, na maioria dos casos, apenas tem dado ouvidos às corporações, aos latifundiários, às empreiteiras e algumas outras formas de dominação financeira! Nosso Código Florestal está em vias de virar um código agrário! E dos ruins...!!!
Estejamos atentos! Façamos barulho!
Abraços,
Cesinha

Reacionário e predatório

Por Marcio Santilli

Venho resistindo há meses comentar declarações e posições assumidas pelo deputado Aldo Rebelo, companheiro de lutas nos tempos de ditadura e protagonista de uma longa e respeitável carreira política. Porém, sua condição de relator de proposta de alteração do Código Florestal brasileiro o expôs a equívocos graves e lamentáveis, capazes de desvirtuar a sua própria trajetória.
Para meu espanto, Aldo Rebelo sonegou qualquer elemento inovador à discussão sobre a lei de florestas, que são um ativo nacional da maior importância estratégica no presente e para o futuro, no contexto da crise climática e de escassez de recursos naturais que será uma forte marca deste século. O Código Florestal é a lei brasileira para florestas, não é lei agrícola e nem agrária, e o deputado apresentou uma proposta que confunde este fato básico e não reflete sobre a importância da própria floresta.
Floresta não é antinomia de “comida”, como parece crer o Aldo. Manter e recuperar ativos florestais é parte fundamental de qualquer estratégia econômica nacional que aponte para as economias do futuro. O Brasil é o maior detentor de florestas nativas do mundo, a despeito da sua condição de forte produtor e exportador de alimentos. A China já detém a maior área reflorestada do planeta, a despeito da sua gigantesca população e limitada extensão de terras agricultáveis. Julgar que a proteção e recuperação de florestas seja papo de gringo protecionista é dar um tremendo tiro no pé ao subestimar o cacife do Brasil no setor: biodiversidade, disponibilidade de água, estoques de carbono, serviços ambientais e climáticos, conhecimentos e culturas associados – inclusive muita comida, se for o caso.
Não que não haja gringos e nacionais dispostos a tudo em função de interesses econômicos específicos ou espúrios. E até “pesquisadores” gringos ridículos, dispostos a vender o peixe de direitos sobre estoques de carbono florestais alheios para produtores agrícolas gringos desavisados. O Aldo parece não perceber que, ao festejar o descobrimento de um estudo gringo ridículo como prova do “crime” dos que defendem as florestas brasileiras, atribui um papel menor – igualmente ridículo – à oportunidade que o destino lhe confere, como legislador, de pensar e formular o papel maior que as florestas podem e devem desempenhar numa estratégia brasileira de futuro.
É muito grave que o Aldo Rebelo se perfile, ideologicamente, aos chamados “céticos climáticos”, para colocar sob suspeita a ciência do clima, como se tudo que dela derive fosse integrante de uma conspiração protecionista. É um tapa na cara dos inúmeros pesquisadores brasileiros que integram o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) – Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas – da ONU, e de todos os nossos negociadores nos foros internacionais. O grau de mais de 95% de certeza científica sobre a origem antrópica da excessiva concentração de gases causadores do efeito estufa deveria ser considerado como um dado, e não como uma suspeita, por qualquer legislador atinente ao conhecimento contemporâneo.
Aldo Rebelo está brincando com fogo, literalmente, quando assina um parecer efetiva e assumidamente reacionário, subordinando a um delírio pseudonacionalista o trato da relação entre as florestas e o clima, ignorando a ciência contemporânea, sem perceber o quão importantes elas são e serão para os nossos filhos e netos, além dos filhos e netos dos outros. Ele não quer acreditar que elas tenham toda essa importância e, por isso mesmo, não consegue enxergar o papel positivo que elas podem jogar numa estratégia nacional. É como se fossem apenas obstáculos que impedem a produção de comida; e ponto final. Como se não se tratasse de uma lei de florestas, só de uma lei da anticomida que precisa ser enfraquecida.
Todos sabemos que há um passivo florestal histórico acumulado, que afeta parte da produção agrícola de várias regiões do país. E também que há perversidades da estrutura fundiária, assim como das políticas de ocupação do território, que induziram populações a constituírem os passivos acumulados. Mais do que isso, são notórios os fundamentos culturais que, historicamente, levaram nossos progenitores a ocuparem o território como ocuparam. Por exemplo, “limpar” uma área para plantar é uma expressão corriqueira. Além do papel que a terra pública barata, a ser “limpada”, exerceu desde a nossa formação econômica colonial.
Então, a lei de florestas bem poderia avançar nos incentivos, no replanejamento da ocupação das terras ao longo do tempo, nos mecanismos de mitigação e compensação de danos florestais insanáveis, na orientação dos agentes públicos ambientais para desempenhar função mais pró-ativa na melhoria dos padrões socioambientais das várias formas de produção agropecuária e florestal. A própria lei prevê a recuperação de passivos em até 30 anos, o que estimula não apenas o replanejamento da propriedade, grande ou pequena, mas o redesenho de bacias e paisagens. A mesma lógica, de aproximar gradativamente as situações de fato dos parâmetros mínimos de política florestal definidos na lei, também poderia ser aplicado nas próprias cidades, reduzindo-se áreas de risco e aumentando a sua capacidade de resistir a eventos climáticos extremos.
Mas a nova lei proposta pelo deputado Aldo não quer pensar em floresta, apenas – e equivocadamente – na comida que vem da não-floresta. Quando chega ao extremo de reduzir à insignificância as áreas de matas ciliares, essenciais para a saúde dos cursos d’água, avança do parecer reacionário para um substitutivo predatório. A pretexto de “libertar” a pequena agricultura de qualquer responsabilidade florestal, acaba perenizando a precariedade de condições socioambientais em que a agricultura familiar foi implantada em algumas regiões, atentando de forma irresponsável contra a boa qualidade presente e futura das águas para os próprios agricultores e para toda a população, além de expô-los a sinistros climáticos.
Um bom olhar sobre os territórios concretos, inclusive aqueles em que predomina a agricultura familiar, pode perceber que os passivos existentes são menores e mais facilmente recuperáveis do que alegam os adversários da lei. Que muitos proprietários, pequenos e grandes, estão fazendo o replanejamento das suas propriedades, diversificando ou intensificando a sua produção e também recuperando passivos e agregando valores ambientais aos seus produtos. Que regiões inteiras estão migrando economicamente de uma pecuária extensiva original para outras formas de produção, inclusive florestal e até de turismo rural.
O que falta para adequar a agropecuária a parâmetros mínimos de qualidade socioambiental, em regiões com significativo passivo florestal acumulado, não é propriamente lei, embora uma estratégia nacional para as florestas, uma vez melhor definida, possa demandar revisões de dispositivos legais existentes e incorporação de novos. O que falta são instrumentos objetivos, políticas de incentivos acessíveis, planejamento territorial local, articulação entre os agentes públicos, assistência técnica apropriada, valorização dos produtos e culturas agrícolas regionais.
Até concordo que o Código Florestal poderia responder melhor a uma parte dessa demanda. Por exemplo, introduzindo parâmetros qualitativos, como o estímulo à conectividade entre reservas legais e áreas de proteção permanente, que possam flexibilizar os parâmetros quantitativos já definidos em lei com vantagens comparativas para uma boa estratégia de política florestal. Mas a preocupação central do deputado Aldo com a comida demandaria a reforma de outras leis agrícolas, agrárias, ademais das normas de regem programas setoriais de governo, sendo incabível debitar ao Código Florestal e – mais ainda – ao patrimônio florestal brasileiro, o ônus pela fragilidade histórica das políticas que acumularam os passivos existentes.
Porém, a peça produzida por Aldo Rebelo, e que ele pretende ver sacramentada rapidinho entre as quatro paredes de uma comissão especial, no apagar das luzes de uma legislatura sofrível, às vésperas de eleições gerais, parte de falsos pressupostos para chegar a um resultado lamentável. Ela é não é emendável. Ela é premeditadamente contrária ao patrimônio florestal, não responde a qualquer política florestal, não consulta a população da floresta, nem o setor produtivo da floresta, nem os que estudam a floresta, e sequer reconhece o inegável papel que a saúde florestal exerce para a saúde climática e para o bem-estar das populações.
Ainda assim, chamo-lhe a atenção para equívocos adicionais de formulação presentes na sua peça que parecem ir mais além das aberrações de mérito expressamente pretendidas pelo relator. Ao estabelecer a figura dos “módulos fiscais” como parâmetro de isenção para a manutenção de reservas legais, em vez de beneficiar pequenos proprietários rurais, como o relator manifesta ser a sua intenção, está, na verdade, subordinando as reservas legais a uma imensa barafunda cartorial, inviabilizando a aplicabilidade da lei e a gestão da questão pelos órgãos públicos em função das múltiplas situações de propriedades constituídas por uma pluralidade de títulos, parcelados e parceláveis, legitimamente ou através de manipulações cartoriais, e tudo o mais que o caótico arcabouço fundiário possa ainda propiciar.
Espero, ao menos, que as modificações que o relator se dispõe a realizar no seu substitutivo possam restabelecer um resquício de compromisso em evitar o caos. Não será fácil, pois o princípio da isenção com relação à responsabilidade florestal e com a saúde ambiental da propriedade ou da posse, assim como o da anistia ou mera “legalização” de passivos em massa, não ensejam um caminho fácil para evitar adicionais dissabores e responsabilidades por conseqüências que tenderão a se interpor para além das intenções.
E, ao mais, que ainda sofra alguma recaída de bom senso, ou ouça algum bom conselho de quem lhe possa aconselhar, e se disponha a rever o conjunto da obra. Que reponha o foco correto, principal, prioritário, sobre uma política florestal brasileira, que é a que corresponde, em primeiro lugar, à reforma do Código Florestal. Que se disponha a reabrir discussões centrais de mérito e a abrir mão de votações de afogadilho. Que considere correlações de forças que são nacionais, determinadas pela imensa maioria da população brasileira, inclusive agricultores, que desaprova o desmatamento, e não se deixe apequenar diante das correlações artificialmente produzidas nos estreitos limites de uma comissão especial ou de interesses corporativos específicos.
1°/07/2010
http://www.socioambiental.org/nsa/direto/direto_html?codigo=2010-07-01-174455

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WWF (World Wildlife Fund) foi iniciada em 1961 com o objetivo de conservar a diversidade biológica do mundo. Atualmente, existem mais de 1300 projetos de conservação da WWF em andamento ao redor do mundo. WWF também é conhecida por sua publicidade criativa em que cada anúncio é forte e eficaz.

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